Sequestrador de ônibus é morto por atirador de elite na Ponte Rio-Niterói; os 37 reféns passam bem

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Sequestrador desceu do ônibus armado e mostrou o rosto — Foto: Reprodução/GloboNews

Sequestrador desceu do ônibus armado e mostrou o rosto — Foto: Reprodução/GloboNews

O homem, identificado como William Augusto Nascimento, desceu do coletivo e jogou um casaco para os policiais. Quando ia subir a escada, foi atingido.

Todos os 37 reféns foram liberados sem ferimentos, segundo informações da Polícia Militar.

Os tiros foram disparados às 9h04 desta terça-feira (20), cerca de três horas e meia após o início do sequestro.

William se dizia policial, mas era um vigilante.

Após mais de 3h de cerco, um sequestrador que manteve passageiros de um ônibus como reféns na Ponte Rio-Niterói foi morto por um atirador de elite do Bope na manhã nesta terça-feira (20) — Foto: Fabiano Rocha/Agência O Globo

William cai atingido por sniper — Foto: Fabiano Rocha/ Agência O Globo

 

Resumo

  • O sequestro foi anunciado às 5h26; pouco antes das 6h, o ônibus foi atravessado na pista sentido Rio da Ponte;
  • O criminoso ameaçava incendiar o veículo;
  • Seis pessoas foram liberadas, quatro mulheres – uma delas desmaiada – e dois homens;
  • Às 9h04, o atirador desceu do ônibus e foi morto por um atirador de elite.

“Temos um homem que se identificou como policial militar. Ele está ameaçando jogar gasolina no ônibus, colocando os passageiros em perigo. Não sabemos qual o real propósito dele”, explicou Sheila Sena, porta-voz da PRF, ainda no início do caso.

Criminoso parecia desorientado

O porta-voz da PM, coronel Mauro Fliess, afirmou que o sequestro do veículo pôde ter sido premeditado. Segundo informações dos policiais militares que estavam no local, no entanto, o homem parecia desorientado.

O criminoso se identificou como PM, mas a informação ainda não foi confirmada.

Mulher de refém relatou drama

A esposa de um dos reféns contou ao vivo no Bom Dia Rio que o marido lhe avisou do sequestro.

“Sempre roubam carteira e celular, mas esse tipo de coisa nunca aconteceu”, destacou Eliziane Terra.

“Ele saiu para trabalhar 4h30. Quando foi por volta de 5h26 ele me mandou uma mensagem dizendo que o ônibus estava sendo sequestrado, ‘estamos indo para a ponte’. A princípio eu pensei que era um assalto. Eu levantei, acordei o meu filho e disse: ‘seu pai está sendo assaltado’”, revelou.

Com informações do G1 Rio de Janeiro – Portal Panorama

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