Bolsonaro afirma que cidadão comum use armas em vias públicas

O presidente  Jair Bolsonaro defendeu nesta quinta-feira (9) o chamado excludente de ilicitude para que policiais e também cidadãos comuns, armados, possam reagir, dentro de casa “ou até em vias públicas”, desde que “do outro lado o agressor estiver comprovadamente à margem da lei”.

O excludente de ilicitude permite que a pessoa que reaja a uma agressão ou invasão de domicílio, por exemplo, seja processado mas não seja condenado, mesmo que o agressor morra, por estar defendendo a si ou a outro.

“O que eu quero dar é o excludente de ilicitude, não só para policial, mas para você também. Ou seja, se alguém invadir a sua casa você tem direito de atirar nele. Assim o policial, também na defesa de vida própria ou de terceiro, ele tem direito a reagir e, se o outro lado vier a perder a vida, paciência”, disse o presidente em entrevista à rádio Tupi do Rio de Janeiro, ao responder sobre quais seriam suas medidas para reduzir a violência.

Segundo o presidente, há necessidade de voltar o “direito à autoridade” para o policial e para o cidadão comum.

“O cidadão dentro de casa, ou até em vias públicas, desde que o outro lado, o agressor, estiver comprovadamente à margem da lei, possa usar a sua arma. E se o outro vier a morrer, paciência. Isso acontece nos Estados americanos”, disse.

Bolsonaro defende a medida para policiais desde a campanha. Recentemente, incluiu no seu discurso os civis, no caso de invasão de propriedades. Dessa vez foi além ao mencionar agressões em vias públicas.

Com informações: MSN Noticias e Folha de SP

Mateus Coutinho

Mateus Coutinho

Tenho 19 anos e moro em Araioses-MA. Sou redator e diretor comercial do Portal Panorama.

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